Comissão Interamericana de Direitos Humanos recebe alerta sobre a escalada da violência no Brasil

Treze defensores e defensoras de direitos humanos foram mortos no Brasil durante os primeiros 100 dias de 2016. É o que denuncia o Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos, em carta enviada à Comissão Interamericana de Direitos Humanos na última segunda-feira (11).

Os casos mais recentes incluem a emboscada que vitimou dois trabalhadores rurais sem terra, e a prisão arbitrária do cacique Babau Tupinambá e seu irmão Teity Tupinambá. Outros casos ocorridos nos primeiros meses de 2016, incluem um incêndio criminoso e diversas execuções. Em um destes casos, o assassinado foi testemunhado pela filha da vítima, de apenas um ano de idade.

No Maranhão, o trabalhador rural conhecido como Zé Sapo foi encontrado morto na comunidade quilombola Cruzeiro, no município de Palmeirândia, na Baixada Maranhense. Esta morte, segundo o documento enviado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, está relacionada com um violento conflito agrário instalado na região há mais de uma década.

O documento se encerra pedindo que a comissão dê visibilidade internacional a estas atrocidades, e pede providências específicas para cada caso relatado.

Saiba mais:

11 de Abril – Informe defensores para CIDH

BRAZIL UN report April 2016 – HRDs

(Inglês) Informe Situação Defensores 2016 ONU DEFENSORES

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